Ela acordou e estava só. Havia trabalhado duro nos últimos dias e acabou pegando no sono na noite anterior. Há muito não passava uma noite assim tão agradável, estava farta de encontros vazios e aquele definitivamente não foi um desses. Não precisou forçar simpatia como costumava ser obrigada a fazer. Levantou-se e procurou por ele pela casa, mas não estava lá. Já era tarde e deveria se aprontar para o trabalho.Dualidade
Posted by Unknown in amor, Beleza, Edgar Allan Poe, Outono, Pensamentos, poemas, Solitude, Tristeza
Eu encontrei um viajante de uma antiga terra
Que disse:—Duas imensas e destroncadas pernas de pedra
Erguem-se no deserto. Perto delas na areia
Meio enterrada, jaz uma viseira despedaçada, cuja fronte
E lábio enrugado e sorriso de frio comando
Dizem que seu escultor bem suas paixões leu
Que ainda sobrevivem, estampadas nessas coisas inertes,
A mão que os escarneceu e o coração que os alimentou.
E no pedestal aparecem estas palavras:
"Meu nome é Ozymandias, rei dos reis:
Contemplem as minhas obras, ó poderosos, e desesperai-vos!"
Nada mais resta: em redor a decadência
Daquele destroço colossal, sem limite e vazio
As areias solitárias e planas espalham-se para longe.
Parênteses:(Encontrei este poema na wikipédia, gostei dele e resolvi compartilhar enquanto as próximas postagens não estão prontas)
Eu condenei os idiotas, por amarem.
Condenei os idiotas, por sonharem.
Enlouquecia quando via os idiotas se presentearem.
Eu estava zangado com tantas coisas...
E os chamei de idiotas porque sorriam,
Porque músicas ouviam,
E os detestava porque juntos saíam.
Eu julguei a todos como idiotas...
Por um amor que morreu,
Pelo sentimento que comigo adormeceu,
Pela inveja que em mim prevaleceu.
Mas descobri que eu era o pior idiota...
Sem crença, só anseio,
Não via o amor que agora tenho,
Descobri quando vi que você veio.
Lembrei-me de como eram eles...
Vejo que eu era idiota,
Em verdade, eu queria ser um deles,
Agora que vejo que você me nota.
Hoje deles me esqueci...
Quero você para sempre, minha querida,
A coisa mais certa que nesta jornada aprendi:
Você é o amor da minha vida!
Parênteses: (Este poema é do meu grande amigo Bier. Por sinal um dos meus poemas favoritos e hoje pedi autorização à ele para postar aqui e compartilhar com vocês)
(Mais leitura do Bier no blog dele)
Num dia, numa hora,
No mesmo lugar
Eu gosto de amar
Quarenta
Cinqüenta
Sessenta:
Se mil forem belas,
Amo a todas elas.
Parênteses: (Eu comecei a ler "A Moreninha" 3 vezes e somente na quarta, após me identificar com o personagem Augusto é que eu consegui terminar de ler).
Frases: "Só eu, só eu amei o amor dos meu enganos". Edgar Allan Poe.
Por você fiz-me trovador
Compus cantiga de amigo
Compus cantiga de amor
Você cortesã, eu plebeu
O problema não era você, era eu.
Te coloquei no mais alto pedestal
Da minha religião
Fui considerado herege,
Caçado pela Inquisição.
No auge do meu Antropocentrismo
Tu foste minha inspiração
No lirismo desmedido do meu drama
Que só entende quem ama.
Feitos heróicos narrei
Dos mais variados temas abusei
Só para você me notar
Talvez pudesse me amar.
Fui poeta, fui bobo, nobre burguês
Noites em claro tentando compor
Algo que enfatizasse a intensidade do meu amor
Um poema como este talvez,
Sim! Você seria a minha Inês.
Talvez assim pudesse acreditar
Que um dia pudesse aprender a me amar.
Caminhei sem rumo
Tentando encontrar
Respostas, alternativas
Um jeito de me comunicar.
Em Platão, com suas loucas
Insanas idéias sobre o amor.
Foi nele que compreendi
Que tu és como uma flor.
Tomá-la para mim
Seria dar um triste fim
Ao seu brilho, seu esplendor
Vê-la murchar
Por egoísmo do meu amor,
Uma dor que não iria suportar.
O brilho das flores no campo
Permanece conosco
Mais que a triste beleza
Das flores que nos adornam.
Você nunca me pertencerá
E por isto lhe terei sempre
Nestas poucas linhas tento registrar
Um amor que nasceu na incerteza de um olhar
E assim permanecerá até que seja capaz de entendê-lo.
Parênteses: (Faz um tempo que eu o escrevi, mas não tive muita coragem de postar por aqui.)
Você pula
você brinca
Você Chora
Pensa, canta
Se emociona
Implora
Implora para que a vida
Dê tudo que possa dar
Porque você também dá tudo de si
Lutou
Perdeu
Ganhou
Foi de cara ao muro diversas vezes
Caiu de alturas espantosas
Choques de Realidade
Porém, isto nunca te impediu de ser que você mesma
Nunca deixou de tentar,
Dar o melhor de si.
De uma sinceridade inquestionável
Que as vezes magoa as pessoas
Mas, é por isto que te amo
Porque não tem medo de ser feliz
Não dá a mínima para o que os outros acham de ti
Eu sou aquele que já não mais sabe o que quer.
Que já não pula
não brinca
não chora
não canta
não se emociona
Pesa. Pensa em tudo o que aconteceu e no que poderia haver acontecido
E implora, para que a vida não o castigue mais.
Lutou
Ganhou
Perdeu
Foi de cara ao muro diversas vezes.
Caiu de alturas espantosas
Em choques de realidade.
Recolheu em seu recanto, num canto escuro
seu mundo seguro, de onde não mais saiu.
Se reprimiu, trancou a sete chaves seus sentimentos.
Super sincero apesar de nunca dizer tudo o que realmente pensa.
Mas, não são estas as nossas principais diferenças.
Você vive enquanto hoje tenho apenas uma breve e inútil existência.
Ficarei sentado ao teu lado enquanto estiver aí. E se você for dormir, dormirei em frente a sua casa. E se você viajar para longe, eu seguirei seus passos.
"Até que você me dica: vá embora. Então eu irei. Mas hei de amá-la pelo resto da minha vida."
PARÊNTESES:(Não me agradou nada. Porém, postei assim mesmo porque qualquer coisa depois eu apago.)
(Por favor, comentem.. ^^ mesmo críticas construtivas)
(O final não é meu, é de um autor que não revelarei o nome)
Frases: "O segredo da criatividade está em esconder muito bem as suas fontes." Albert Einstein.
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