A minha amada Mercedes.
De coração,
seu Edmond Dantés.

Mas principalmente você gosta de fazer bem às outras pessoas.
Parênteses: (Penso eu, que eu não conseguiria me descrever desta maneira. Geralmente ou nós nos vangloriamos ou nos subestimamos. Isto nasceu porque ela queria que eu a descrevesse - Como a própria disse: Queria que as pessoas que me conhecem melhor me descrevessem - Aqui, você pode conferir o resultado indo na aba About.)
-Olá, formosa dama. Linda noite não? Perdoe-me a interrupção talvez a senhorita pretendesse passear... Apenas desfrutar a paisagem. Não importa, creio que é chegado o momento de uma breve conversa. Ahh, eu me esqueci de que não fomos apresentados. Eu não tenho um nome mas pode me chamar de V. Madame justiça... Este é V. V... esta é madame justiça... Olá madame justiça. "Boa noite, V." Pronto, agora já nos conhecemos, para ser sincero, outrora fui um admirador seu. Até imagino o que está pensando "Ó pobre rapaz, tem uma queda por mim, uma paixão juvenil." Perdoe-me mas não é este o caso. Eu dizia a meu pai. "Quem é aquela moça?" E ele respondia. "É a madame justiça." Ao que eu replicava "como é bela." Eu a admirava, apesar da distância. Ainda criança, ao passar na rua admirava sua beleza. Por favor não pense se tratar apenas de atração física, eu a amava como pessoa, como ideal. Isso foi a muito tempo, agora confesso que há outra... "O que, que vergonha V, traindo-me com uma meretriz de lábios pintados e sorriso vulgar!" Eu madame? permita-me uma correção. foi sua infidelidade que me arremessou aos braços dela! Ahá, ficou surpresa, não, pensou que eu não sabia de suas escapadelas? Enganou-se, eu SEI de tudo. Na verdade, não me surpreendi quando soube que você flertava com homens de uniforme. "Uniforme? E-eu, não sei do que está falando, sempre foi você, V o único em minha vi..." MENTIROSA! MERETRIZ! Ousa negar que se deixou envolver por ele, com suas braçadeiras e botas?... Ah! O gato comeu sua língua? Foi o que pensei. Muito bem, a verdade foi revelada, você não é mais minha justiça. É a dele. Recebeu outro em sua cama. Faça bom proveito de seu novo amante. "Snif! Snif! Q-quem é ela? Como se chama". Seu nome é anarquia e ela me ensinou mais como amante do que você supõe. Com ela aprendi que não há sentido na justiça sem liberdade. É honesta, não faz promessa e nem deixa de cumpri-las como você. Eu costumava me indagar porque você nunca me olhou nos olhos. Agora eu sei. Por isso adeus cara dama... Nossa separação não me entristece uma vez que não é mais a mulher que amei outrora. Eis um ultimo presente que deixo a teus pés...
"As chamas da liberdade que adorável. Quanta justeza minha preciosa anarquia... Ó beldade, até hoje te desconhecia".
Parênteses: Este é um monólogo da grande obra do mestre Allan Moore, V for Vendetta. E este pequeno recorte, demonstra claramente o que estou sentindo agora.

Embora fossemos apenas crianças eu sabia que estávamos apaixonados, tínhamos sido feitos um para o outro e desde aquele momento nos tornamos inseparáveis. Você incendiou minhas paixões, me inspirou para me tornar um pintor e era meu modelo favorito. Eu estava tão apaixonado e justo quando eu pensava que as coisas não poderiam melhorar você concordou em me conceder a sua mão mais uma vez, desta vez em matrimônio. Aquele foi o dia mais feliz da minha vida, mas durou tão pouco, pois assim que nos casamos você foi atacada por uma doença devastadora e levada de mim e num segundo foi como se o mundo tivesse caído sobre a minha cabeça, me enxia de dor. ![]() |
| O Amor |
O vento me disse que você conhece o amor - disse o rapaz ao sol. Se você conhece o amor conhece também a alma do mundo que de feita de amor.
-Daqui de onde estou. - disse o Sol.Posso ver a alma do mundo, ela se comunica com minha alma, e nós juntos, fazemos as plantas crescerem e as ovelhas caminharem em busca de sombra.-Daqui de onde estou.-E estou muito longe.Aprendi a amar. Sei que se eu me aproximar um pouco mais da terra, tudo que esta nela morrerá, e a alma do mundo deixará de existir.
Então nos contemplamos e nos queremos, e eu lhe dou vida e calor, e ela me dá uma razão para viver.
Você conhece o amor? - disse o rapaz. [...]
- Você é Sábio porque vê tudo a distância - respondeu o rapaz. Mas não conhece o amor.
Ela pode ser o rosto que eu não consigo esquecer
Um traço de prazer ou de arrependimento
Talvez meu tesouro ou o preço que eu tenho que pagar
Ela pode ser a música que o verão canta
Talvez o frescor que o outono traz
Talvez uma centena de coisas diferentes
No espaço de um dia
Ela pode ser a bela ou a fera
Talvez fartura ou a fome
Pode transformar cada dia em um paraíso
ou em um inferno
Ela pode ser o espelho do meu sonho
O sorriso refletido no rio
Ela pode não ser o que parece ser
dentro de sua concha
Ela, que sempre parece tão feliz no meio da multidão
Com os olhos tão pessoais e tão orgulhosos
Mas que não podem ser vistos
quando choram
Pode ser o amor que não espera que dure
Pode vir das sombras do passado
Que eu irei me lembrar até o dia de minha morte
Ela talvez seja o motivo para eu sobreviver
A razão pela qual eu estou vivo
A pessoa que cuidarei através
dos difíceis e imediatos anos
Eu, eu pegarei as risadas e as lágrimas dela
E farei delas todas minhas recordações
Para onde ela for, eu tenho que estar lá
O sentido da minha vida é ela.
Parentêses:
(Dedico esta música a "Ela" que foi, é e sempre será o sentido da minha vida)
(Bom, acho que a música diz tudo que sinto. =])
Frases:
"Mulheres... O Império e a Desgraça de um homem.."
Henrique B.
"A mente e o coração de uma mulher são enigmas insolúveis para um homem."
Sherlock Holmes
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